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Mostrando postagens de Julho, 2017

Vereadores analisam denúncia de servidor público contra Junqueira nesta terça-feira

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A Câmara Municipal analisará na sessão ordinária desta terça-feira, 11, mais uma denúncia do servidor público da Prefeitura Municipal de Tangará da Serra, Claudemir de Sousa, contra o prefeito Fábio Junqueira (PMDB).
Claudemir propõe a abertura de uma nova Comissão Especial de Inquérito (CEI) para averiguar e investigar se as nomeações dos servidores comissionados Eris Alves Ponde, Keila Jacinto Siqueira de Sousa, Maria das Graças Souto e Saria Odillia Souto caracterizam nepotismo.
Para Claudemir, o prefeito afrontou a Súmula Vinculante 13 do Supremo Tribunal Federal (STF), que trata de nepotismo.
Na denúncia, Claudemir explica que o Superintendente de Governo, Eris Alves Ponde, nomeado em cargo comissionado, é casado com Débora Capelli, irmã de Keila Jacinto Siqueira de Sousa, que ocupa o cargo de Chefe de Pessoal na Secretaria Municipal de Administração, havendo, segundo ele, parentesco de segundo grau.
Ele ainda denuncia que Saria Odillia Souto, chefe de gestão administrativa da S…

“Queda de Temer e eleição indireta serão um tiro no pé do PT”, afirma jornal

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Políticos da oposição torcem pela queda de Michel Temer, mas será essa uma boa jogada para o PT e seus aliados? Em caso de renúncia do presidente, que muita gente já dá como certa, Rodrigo Maia tem 30 dias para convocar eleições indiretas. Caberá aos deputados eleger o próximo presidente. Lembre-se os últimos eleitos por eles foram Eduardo Cunha e Rodrigo Maia. Se seguirem nessa linha, podem eleger qualquer político bom de conversa e de acordões.
Meu vizinho Alexandre Borges afirmou semana passada que parte da mídia trabalha para derrubar Temer porque Lula teria mais chances de voltar à presidência por eleições indiretas, e não pelo voto popular. Discordo. Não só Lula não se candidataria agora como tem uma minoria na Câmara. E os deputados do centrão não gostariam de voltar a 2016 elegendo alguém que agravaria a crise econômica e a crise política.

Reforma Trabalhista une PSDB e DEM

O governo Michel Temer deve encaixar outra expressiva vitória, aprovando a reforma trabalhista no Senado, nesta terça-feira (11), mas após celebrar a ótima notícia, terá de administrar a catástrofe: os aliados DEM e PSDB vão se ligar mais, após essa aprovação, “em nome do interesse nacional”, mas a tendência é que ambos se afastem do governo. Concluirão, afinal, que Temer já deu o que tinha de dar.
A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Além de mal avaliado, Temer nunca aspirou a reeleição. Como não há espaço vazio em política, a tendência é que ele se torne irrelevante.

PT quer ministérios de volta se Maia virar presidente

O PT já fez chegar a Rodrigo Maia sua fatura: assim como votou nele em bloco para presidente da Câmara dos Deputados, cargo que o habilita a substituir Michel Temer, o partido de Lula quer de volta boa parte das boquinhas que perdeu com o impeachment de Dilma, inclusive ministérios, caso assuma o comando do Palácio do Planalto. Partidos como PDT e PCdoB também querem de volta seus cargos. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Deputados “rodriguistas”, que suspiram pela destituição de Temer, chamam a devolução dos cargos ao PT de “pacificação nacional”.
Além de ministérios como Educação, Trabalho, Esporte e Previdência, PT et caterva querem também “cargos-chave” no governo federal.